segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Espanhol é ameaçado de morte por inventar lâmpada que dura 100 anos

Fonte da notícia: ÉPOCA Negócios



 
Uma lâmpada fluorescente dura cerca de 10 mil horas. São mais de 416 dias de uso direto, pouco mais de um ano. Bastante tempo, certo? Imagine, no entanto, se existisse uma lâmpada que durasse 100 anos. Quer dizer, não imagine, não. Essa lâmpada existe (veja vídeo abaixo). Pelo menos é o que diz Benito Muros, espanhol que diz estar sendo ameaçado de morte por causa de sua criação.

Muros é o presidente de um movimento chamando Sem Obsolescência Programada (SOP) e diz que, não só lâmpadas, mas muitos outros objetos de nosso dia a dia poderiam durar muito mais. Na verdade, existe uma teoria - a da Obsolescência Programada - de que muitos fabricantes desenvolvem produtos de curta durabilidade para obrigar os consumidores a adquirir novos produtos de forma acelerada e sem uma necessidade real. 

Segundo o espanhol, fazem parte dessa lista de itens como baterias de celular, computadores, geladeiras e televisões. “Não há nada para se fazer além de comprar outra”, disse ele em entrevista ao jornal espanhol El Economista.

Uma lâmpada fluorescente dura cerca de 10 mil horas. São mais de 416 dias de uso direto, pouco mais de um ano. Bastante tempo, certo? Imagine, no entanto, se existisse uma lâmpada que durasse 100 anos. Quer dizer, não imagine, não. Essa lâmpada existe (veja vídeo abaixo). Pelo menos é o que diz Benito Muros, espanhol que diz estar sendo ameaçado de morte por causa de sua criação.

Muros é o presidente de um movimento chamando Sem Obsolescência Programada (SOP) e diz que, não só lâmpadas, mas muitos outros objetos de nosso dia a dia poderiam durar muito mais. Na verdade, existe uma teoria - a da Obsolescência Programada - de que muitos fabricantes desenvolvem produtos de curta durabilidade para obrigar os consumidores a adquirir novos produtos de forma acelerada e sem uma necessidade real. 

Segundo o espanhol, fazem parte dessa lista de itens como baterias de celular, computadores, geladeiras e televisões. “Não há nada para se fazer além de comprar outra”, disse ele em entrevista ao jornal espanhol El Economista.



 Fonte da notícia: ÉPOCA Negócios

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

A farsa da ida do homem à Lua: ETs na Lua!

Um alfa-grey, um dos alienígenas que não permitiram que o homem fosse para Lua. 



Desde que o vídeo da ida à Lua foi retratado para todo o mundo gerou inúmeras controvérsias que só aumentaram conforme os projetos espaciais e a tecnologia ia ficando mais avançada.



Afinal, se o homem pisou na Lua por que não voltou para lá? Por que não construiu uma base de estudos na Lua?



A NASA diz que o gasto com uma base na Lua seria inviável, e a Lua é muito instável e isso poderia gerar inúmeros problemas.

Como assim inviável?




Apollo 12 e 13


Dizem que a houve outras missões a Apollo 12 e 13, contudo existem raras imagens e mais raros os vídeos. Kkkkk



2ª Guerra Mundial, Nazistas e a corrida espacial



A corrida espacial é um cenário que ficou conhecido na história entre a disputa espacial entre Estados Unidos da América e União Soviética. Sabe-se que todo o projeto espacial, tanto da União Soviética quanto dos Estados Unidos da América proveio dos nazistas, depois da derrota na segunda guerra os russos e norte-americanos pegaram as mentes mais brilhantes (cientistas alemães nazistas) para trabalharem em suas nações, nos Estados Unidos isso foi chamado de Operação Clipe de Papel.


A corrida espacial foi uma das batalhas menos agressivas da guerra fria, de um lado os Estados Unidos da América mostrando a eficiência do capitalismo ao mundo e do outro a União Soviética com seu sistema socialista.



A Rússia ganhou!


A corrida espacial tinha como objetivo mostrar a eficiência de cada nação e influenciar as outras nações, mas quem ganhou realmente foi a Rússia, e vou explicar porque:



O pioneirismo da União Soviética


Sputnik - o primeiro satélite a ir em órbita era russo.


Cadela laica - o primeiro animal a ir para o espaço, era russa.


Iuri Gagarin – o primeiro homem a ir para o espaço, russo também.


Valentina Tereshkova – a primeira mulher a ir para espaço, adivinhe? Era russa também.

Salyut 1 – primeira estação espacial, russa também.




Por que a Rússia ganhou?



Os problemas econômicos dos Estados Unidos fizeram o governo Obama abandonar as naves e ir de carona para o espaço junto com os russos.

Ué, mas o capitalismo não é o melhor caminho? Poisé, os russos passaram por momentos horríveis em sua história, mas seu programa espacial nunca os decepcionou!

Veja noticia: NASA quer deixar de depender dos foguetes russos Soyuz




As inconsistências da ida à Lua:



Gravidade da Lua


O vídeo que mostra Neil Armstrong pulando e andando na Lua é suspeito, porque a Lua tem uma gravidade bem menor que a Terra, se Neil Armstrong tivesse pulado na lua teria levantando uns bons metros acima do chão! Mas no vídeo parece que tem molas nas botas! Kkkkk



Segundo a NASA a Lua tem uma gravidade irregular.





Por que os russos nunca foram para Lua?


Segundo a lenda diz que os soviéticos tinham um projeto lunar, mas desistiram por conta nas inúmeras falhas! Os russos tomam muita vodka!

Mas como assim? Se a NASA depende muito da Roscosmos, de onde essas falhas?


Segundo ufólogos é simples: os russos não foram para Lua, e nem os norte-americanos, pois na Lua há bases de ETs.

A tecnologia naquele tempo não era muito boa para ir à Lua


Se os norte-americanos tivessem ido a Lua, no mínimo alguma coisa teria que dado errado, mas tudo ocorreu super bem! Com a tecnologia daquela época tornava-se difícil e quase impossível viajar até lá e voltar, alguma coisa deveria ter dado errado, mas não deu...


A obviedade das imagens da ida à Lua



As imagens da ida à Lua estão no mesmo patamar que os vídeos e fotos de fantasmas, duendes e OVNIs. Não se sabe se é real, e muitas imagens parecem ter sido adulteradas ou cenas de filmes de Hollywood!

Kkkkkkkkkkkkk



Se você assistir o vídeo da ida à Lua verá que a Lua parece uma maquete mal feita, onde as crateras deflagraram a mentira. Se olhares para a parte em que os astronautas estão já na Lua verá que a poeira, ou terra da lua está esquisita, como se fosse montada.


As rochas atrás parecem fotos coladas ao fundo.



Filmadas em Hollywood

Dizem que a ida a Lua foi um filme feito em Hollywood e dirigido por Stanley Kubrick, existem centenas de erros nas imagens e questões que deixam as pessoas com a pulga atrás da orelha.




ETs na Lua!


Uma das alegações principais é que a Lua é uma imensa base onde alienígenas vigiam a Terra com o principio de obter algo da humanidade, seja a fauna, a flora ou a genética humana.


Entre os alienígenas estão os draconianos da plebe, os alfa-grey, os greys e insetóides. O objetivo dos alienígenas é obscuro, mas acreditasse que não é boa coisa não.


Dizem que os alienígenas alfa-greys, popularmente conhecidos como greys altos e que são chefes dos greys, não permitiram que nem norte-americanos e nem russos pisassem na Lua, porque ela não pertencia a eles. 

Segundo os alfa-greys a Lua pertence a um grupo seleto de alienigenas chamados de draconianos, os draconianos possuem um império e o objetivo deles aqui na Terra é usar a genética humana para criar uma subespécie, assim como os alfa-greys e greys que já foram seres humanos e que são a mistura entre o DNA mamífero e o DNA réptil. 



Veja post: Espécies de aliens mais comuns em abduções e contatos



Conclusão

Se é verdade a ida à Lua é difícil de acreditar, já que os Estados Unidos sempre foi um país capitalista e ir na Lua apenas para impressionar os soviéticos, para “ganharem a corrida espacial”, e não criarem sequer uma única base na Lua! Sacanagem é acreditar numa história mal contada!


“Acreditamos no conto de fadas ou no conto da carochinha? Dá no mesmo”!


Na internet há centenas de blogs e sites destinados a mostrar detalhadamente as fraudes da ida a Lua, eu me limitei a mostrar rapidamente os pontos mais conflitantes dessa mentira.


Link de um site pra quem se interessar mais sobre o assunto: http://www.afraudedoseculo.com.br/





Assista o vídeo e tire suas conclusões:


quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Principal lição de escola sueca: abandonar pronome pessoal



Notícia copiada do site: Último Segundo IG


Instituição de Estocolmo realiza esforço para apagar as fronteiras de gênero e consolidar oportunidades para homens e mulheres


Em uma pré-escola no centro antigo de Estocolmo, os professores evitam utilizar pronomes pessoais como "ele" e "ela" e simplesmente chamam seus 115 alunos de "colegas". Referências masculinas e femininas são um tabu, geralmente substituídas pelo pronome “hen” ou ("galinha", em tradução literal), uma palavra que em sueco soa artificial e sem gênero e que a maioria dos suecos evita, mas é popular em alguns círculos homossexuais e feministas.

Na biblioteca, com suas almofadas onde as crianças se sentam para escutar histórias, há poucos clássicos de contos de fadas, como "Cinderela" ou "Branca de Neve", com seus pesados estereótipos masculinos e femininos, no entanto existem muitas histórias que lidam com pais solteiros, filhos adotivos ou casais do mesmo sexo.

As meninas não são incentivadas a brincar com cozinhas de brinquedo, e blocos de madeira ou Lego não são considerados brinquedos apenas para meninos. E quando os meninos se machucam, os professores são instruídos a tratar-lhes da mesma maneira que tratariam as meninas. Todo mundo pode brincar com bonecas, na sua maioria anatomicamente corretas - algumas também são negras.

A Suécia é tão famosa por sua mentalidade igualitária quanto por suas almôndegas ou pelos móveis da loja Ikea. Mas esta pré-escola financiada com o dinheiro dos contribuintes, chamada de Nicolaigarden, é talvez um dos exemplos mais interessantes dos esforços do país em apagar as fronteiras de gênero e, teoricamente, consolidar oportunidades tanto para homens quanto para mulheres.

O que as crianças aprendem, disse Malin Engleson, que trabalha em uma galeria de arte, enquanto buscava sua filha Hanna de 15 meses de idade na escola, "mostra que as meninas choram, mas os meninos também."
"É por isso que escolhemos essa escola", disse ela. "É muito importante ter essa educação desde cedo".

O modelo foi tão bem sucedido que há dois anos atrás três de seus professores abriram uma outra unidade, que agora tem quase 40 crianças matriculadas. Essa escola foi nomeada de Egalia, para sugerir igualdade, e fica localizada em um projeto habitacional criado nos anos 1960 no bairro de Sodermalm.

Apesar de algumas críticas, muitos enxergam os esforços como algo peculiarmente nórdico, e admirável.

"Eu acredito que esta é uma postura bastante sueca, o que é ótimo", disse Camilla Flodin, 29, natural de Londres, que vive em Estocolmo já fazem 2 anos e meio. A irmã de seu namorado se irrita, se sua filha recebe um presente que é excessivamente feminino.

Peter Rudberg, 36, um anestesista, cujo filho de três anos de idade, Hjalmar, frequenta o jardim de infância, chamou a abordagem neutra em relação ao gênero de "uma bênção", embora, como muitos suecos, ele acredita que o país já ultrapassou o problema. "Na Suécia de hoje, a igualdade de gênero não é um problema", disse. No entanto, ele advertiu contra atitudes extremas, como "proibir meninos de brincarem de jogos de meninos."
Na prefeitura de Estocolmo, o governo de coalizão moderado-conservador apoia plenamente a política de gênero.

"O importante é que as crianças, independentemente de seu sexo, recebam as mesmas oportunidades, é uma questão de liberdade", disse Lotta Edholm, vice-prefeito responsável pelas escolas.

Por outro lado, disse ela, os pais sempre desempenham um papel maior no desenvolvimento das crianças que sua creche ou escola.
À medida que o Natal se aproxima, os suecos estão se preparando para a festa de Lúcia, que ocorre no dia 13 de dezembro, quando as crianças marcham acompanhando as procissões de Santa Lucia, tradicionalmente retratada por uma jovem adolescente vestindo roupas brancas e usando uma coroa de velas acesas.

Será que um menino poderia fazer o papel de Lucia?

Na verdade, disse Edholm, nos últimos anos, em uma cidade no subúrbio de Estocolmo, um adolescente fez um teste para o papel, mas foi recusado.Evidentemente, disse ela, as mulheres na Suécia moderna conseguem interpretar papeis masculinos com mais facilidade do que o contrário.

"O interessante é que não existe problema uma menina ser Papai Noel", disse ela. "Mas um menino ser Lucia é um problema."

Notícia copiada do site: Último Segundo IG

Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma! Tudo é um remix: O mito da obra original!




 
George A. Romero o cara que reinventou o folclore a cerca dos zumbis.



Na natureza a ideia de originalidade não existe! Então porque existiria no mundo humano? Tolice achar que o ser humano é capaz de criar! O ser humano é capaz de copiar, adaptar, modificar e aperfeiçoar, mas não de criar. Tudo em si provém de algo que antes havia existido. Em biologia sabemos que todos os seres desse planeta provieram de uma única bactéria, que embora ainda seja mais uma teoria faz sentido, e a partir daí a vida se adaptou, mutou (mutação, mutar do latim MUTARE significa mudar, mutação= mudança). Charles Darwin no livro A Origem das Espécies explicou bem isso sobre a evolução.


Mas o cara mais foda a falar sobre evolução foi Antoine de Lavoisier que numa frase fechou:


“Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.”


Lavoisier era químico, e quem melhor que um químico para entender de mudanças e recriações.


Assim como na natureza, na cultura popular não existe “o original”, seja em livros, revistas, filmes e em jogos de videogame não existe “o original!” O que existe é uma ideia adaptada para que não dê a impressão de que você já viu aquilo em algum lugar ou por ser uma ideia adaptada, quem a adaptou a recriou, daí vem a palavra recriar, que significa criar novamente, contudo de forma diferente do modelo original.



Para se obter sucesso em uma obra literária ou audiovisual  é necessário um mix (mistura de coisas):


1ª Uma ideia base – geralmente vem do folclore, ex.: a princesa raptada por uma bruxa, o jovem que luta com um monstro e por aí vai... Não existe história que não exista no folclore!


2ª A adaptação dessa ideia – e aí que o termo recriação surge: você pega a ideia que consta no folclore e a adapta ao seu modo. Mas não são todos que conseguem adaptar a ideia base, muitos acabam esbarrando no plágio ou numa cópia mal feita de uma obra já adaptada. É eis que entra a 3ª parte.


3ª A adaptação bem posicionada com lances lógicos – é aí que surgem as grandes obras, o autor acrescenta diálogos lógicos, uma história dentro de uma história, uma história não contada antes ou pouco conhecida tendo como fundo a ideia base, uma trama, uma articulação... 


Enfim uma obra “original”, ou seja, bem recriada é uma obra que contém um conjunto de uma ideia base, ideias dentro do contexto, uma trama dentro da ideia base e dentro das ideias do contexto.


Ou seja: um emaranhado diferente, mas no fundo nada original! O QUE É ORIGINAL É O EMARANHADO, A TRAMA JUNTO COM A HISTÓRIA BASE.



É difícil entender para quem nunca observou mais detalhadamente, mas enfim abaixo tu verás uma lista de obras que não passam nada mais do que adaptações e recriações de obras já existentes. 




Senhor dos Anéis = Saga dos Volsungos, A Canção dos Nibelungos, O Anel dos Nibelungos, história da Europa antiga e Segunda Guerra Mundial.





Harry Potter = Senhor dos Anéis, Star Wars e A Wizard of Earthsea.



Jurassic Park = Ilha do Dr. Moreau de HG Wells e Mundo Perdido de Arthur Conan Doyle.



A Múmia (filme 1999) = A lenda da maldição da múmia de Tutankamon e Lot Number 249 (Lote número 249) de Arthur Conan Doyle.



Independence Day (filme 1996) = Guerra dos Mundos de HG Wells.



Planeta dos Macacos = Simbad O Marujo (conto d’As Mil e Uma Noites).



As Viagens de Gulliver = Simbad O Marujo (conto d’As Mil e Uma Noites).



Resident Evil (jogo) = Super Mario Bros e The Dulce Book.



Avatar = Pocahontas, Apocalipto (filme de Mel Gibson) e Universo Noon.



Piratas do Caribe = Histórias folclóricas de piratas, A Ilha do Tesouro de Robert Louis Stevenson e a A Ilha da Garganta Cortada.



Star Wars = O Planeta Proibido, Flash Gordon, Star Trek e 2001 – Uma Odisséia no Espaço.



Indiana Jones = As Minas do Rei Salomão.



As Minas do Rei Salomão = A Ilha do Tesouro.





Todos os super-heróis dos grupos DC Comics e Marvel, por exemplo, são baseados nos semi-deuses e heróis gregos.



Batman= Perseu

Superman= Hércules

Homem-aranha= Cadmo

X-men= Deuses Olimpianos

Os inimigos dos X-men= Titãs


Um exemplo incrível de adaptação é o filme A Lenda do Cavaleiro Sem-Cabeça de Tim Burton, que é baseado no conto de Washington Irving. O filme pega a ideia base da figura do cavaleiro sem-cabeça de Irving e adiciona uma trama nova, onde envolve vingança, mentiras e uma pitada de mistério. O conto de Irving é sem graça e nem pode ser compara ao excelente filme feito em 1999 tendo como protagonistas Johnny Depp e Christina Ricci.


Entre as mais sensacionais adaptações de todos está A Noite dos Mortos Vivos de George A. Romero que modificou a imagem de zumbis no folclore popular, George A. Romero transforma seus zumbis em canibais e que só podem ser mortos com um tiro na cabeça, além disso, a pessoa se torna zumbi se for mordida por um um.


Kirby Ferguson criou a série Everything Is a Remix (Tudo É Um Remix) que mostra o óbvio de que nada na cultura popular é criado, mas sim reciclado ou compilado. Kirby Ferguson mostra as obviedades e inclusive plágios descarados na cultura cinematográfica. Algumas das obviedades são homenagens, outras são puro plágio!


Abaixo o documentário Everything Is a Remix legendado e completo: